Bar paulistano apresenta novo ambiente, menu renovado e reforça sua posição entre os principais destinos da coquetelaria brasileira
Após quatro meses fechado para reforma, o Guilhotina reabriu as portas em São Paulo para celebrar seus 10 anos de história. A nova fase chega com ambiente renovado, uma carta inédita de drinques autorais e um menu gastronômico reformulado, mantendo a proposta que transformou a casa em uma das principais referências da coquetelaria nacional.
Ao longo da última década, o Guilhotina conquistou reconhecimento internacional ao figurar por três anos consecutivos na lista The World’s 50 Best Bars, alcançando a 15ª posição entre os melhores bares do mundo.
A reforma priorizou mais conforto para o público, preservando a atmosfera descontraída que caracteriza a casa. O projeto também incorpora obras do artista paulistano Revolue, conhecido por unir arte urbana e técnicas clássicas em trabalhos inspirados no cotidiano das grandes cidades.
Nova carta aposta em drinques autorais
Para marcar a reabertura, o bar lançou uma nova seleção de coquetéis exclusivos.
Entre as novidades estão o Chá do Naza (R$ 58), preparado com Johnnie Walker Black Label, Irish whisky, chá-mate com especiarias, limão e manga, e o Kentucky Blossom (R$ 75), que combina Woodford Reserve, xarope de morango, limão, Disaronno, Peychaud’s Bitter e espumante.
Outras opções incluem o Arruda Nunca Falha (R$ 68), com Ketel One, cumaru, arruda e soda de cambuci; Fogo Cruzado (R$ 78), com Don Julio Reposado, Bacardi 8, anis, pimenta-rosa, bitter de salsão e la-yu; Altitude (R$ 78), House Spritz (R$ 72), Primeiro Round (R$ 68) e Entre Trópicos (R$ 78).
Para quem prefere bebidas sem álcool, a nova carta também apresenta os mocktails Xiii Sô (R$ 36) e Café da Tarde Cold Brew (R$ 36).
Cozinha também ganha novo menu
A gastronomia acompanhou a renovação da casa com pratos inéditos.
Entre os destaques estão o Carpaccio de Polvo (R$ 89), servido com avocado tostado e molho puntarelle; Atum Ponzu (R$ 69); Lagosta na Brasa (R$ 89), acompanhada de aioli de limão-siciliano; e a tradicional Língua de Boi Glaceada (R$ 48).
Segundo o sócio Marcello Nazareth, a reforma marca uma evolução natural da casa.
“Há 10 anos, a gente passava a noite inteira sentado em banco de ferro, era tudo mais despojado. Hoje, buscamos um pouco mais de conforto, mas sem perder a alma do Guilhotina.”
Ele completa:
“O Guilhotina nasceu para ser um lugar de encontros memoráveis, com boa comida e ótimos drinks.”

