Mulheres transformam conhecimento técnico em legado para a cultura cervejeira brasileira

Trajetórias de Paloma Del Papa, Juliana Jacomin Foresti e Chiara Barros passam por produção, análise sensorial, educação e formação de novos profissionais

Produzir uma cerveja envolve muito mais do que seguir uma receita.

Ingredientes, fermentação, controle de processos, análise sensorial, qualidade e desenvolvimento de produtos fazem parte de um conjunto de conhecimentos que continua evoluindo dentro da indústria cervejeira.

Nesse universo, profissionais com trajetórias em áreas diferentes ajudam não apenas a produzir cerveja, mas também a formar especialistas e disseminar conhecimento técnico.

Na Ambev, três dessas histórias são representadas por Paloma Del Papa, Juliana Jacomin Foresti e Chiara Barros.

Paloma Del Papa une produção e educação cervejeira

Paloma Del Papa atua há 12 anos no setor cervejeiro e hoje trabalha como cervejeira e professora da Academia da Cerveja.

Sua formação reúne diferentes áreas relacionadas à bebida.

Ela é sommelier de cervejas, possui certificação Cicerone Beer Server e formação em Tecnologia Cervejeira pelo VLB Berlin, instituição alemã especializada em ciência e tecnologia da produção cervejeira.

Paloma também atua como jurada em concursos nacionais e internacionais.

A trajetória coloca lado a lado produção, análise sensorial e educação, aproximando o conhecimento técnico tanto de profissionais da indústria quanto de pessoas interessadas em compreender melhor a bebida.

Juliana Jacomin Foresti soma 30 anos na indústria

Outro exemplo de longa trajetória é Juliana Jacomin Foresti.

Formada em Engenharia de Alimentos, ela é mestre cervejeira e gerente de processos da cervejaria da Ambev em Agudos, no interior de São Paulo.

Juliana acumula 30 anos de atuação na companhia e acompanhou transformações importantes nos processos produtivos da indústria cervejeira brasileira.

Seu trabalho envolve áreas ligadas à eficiência da produção, padronização e qualidade.

Chiara Barros levou experiência da fábrica para outras cervejarias

A engenheira química e mestre cervejeira Chiara Barros iniciou sua trajetória na Ambev em 2004.

Depois de cerca de oito anos na companhia, passou por diferentes fábricas e empresas antes de seguir carreira como consultora.

Hoje trabalha com temas como produtividade, qualidade, gestão sensorial, desenvolvimento de produtos e formação de profissionais.

A trajetória mostra como o conhecimento construído dentro de grandes operações também pode circular por diferentes empresas e contribuir para o desenvolvimento do setor cervejeiro de forma mais ampla.

Formação também chega a mulheres da gastronomia

A capacitação técnica aparece ainda em iniciativas que aproximam cerveja e gastronomia.

Juntas na Mesa, projeto de Stella Artois, concluiu seu primeiro ciclo com 150 mulheres formadas.

Nesta edição, o programa passou a contar também com uma trilha dedicada ao conhecimento cervejeiro, incluindo conteúdos de harmonização.

A proposta é ampliar o repertório de mulheres que já trabalham com gastronomia e transformar esse conhecimento em uma ferramenta profissional.

Conhecimento mantém a cultura cervejeira em movimento

A cultura da cerveja é construída tanto por tradição quanto por desenvolvimento técnico.

Hoje, ela envolve profissionais de áreas que vão da engenharia e microbiologia à análise sensorial, serviço, harmonização e educação.

Ao formar novos especialistas e compartilhar esse repertório, profissionais como Paloma, Juliana e Chiara ajudam a manter esse conhecimento circulando e a atualizar uma tradição que atravessa gerações.

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