O whisky há muito tempo deixou de ocupar apenas as prateleiras de bares clássicos para ganhar espaço em experiências mais completas de consumo. Em São Paulo, o Bar Charles Edward construiu essa relação de forma particular ao transformar seu tradicional Clube do Whisky em um dos pilares da casa.
Criado há cerca de 30 anos, desde a inauguração do pub no Itaim Bibi, o projeto funciona como uma extensão da experiência noturna oferecida pelo bar. A proposta permite que clientes adquiram uma garrafa própria, armazenada na casa para consumo ao longo das visitas futuras, criando uma relação contínua entre público, ambiente e serviço.
Hoje, o clube reúne cerca de 5 mil participantes e consolidou o endereço como referência entre apreciadores do destilado na capital paulista.
Mais de 40 rótulos internacionais fazem parte da experiência
A carta do clube reúne whiskies de diferentes estilos e origens, passando por rótulos americanos, escoceses, irlandeses e japoneses.
Entre os destaques estão:
- Jack Daniel’s Single Barrel
- Gentleman Jack
- Dewar’s 12, 15 e 18 anos
- Glenfiddich 12, 15, 18 e 23 anos
- Jameson
- Yamazaki 12 anos
Segundo Kyko, responsável pelo Bar Charles Edward, a ideia sempre foi criar um espaço em que o cliente se sentisse parte da casa.
“A ideia surgiu para criar um espaço em que o cliente se sentisse parte do bar. Mais do que consumir a bebida, ele participa de uma experiência contínua, que envolve serviço, ambiente e curadoria”, afirma.
Música ao vivo ajuda a construir identidade do espaço
Além da carta de destilados, outro elemento importante da experiência é a programação musical. Conhecido pelas noites de rock e pop rock ao vivo, o bar mistura música, convivência e coquetelaria em uma proposta que atravessa gerações.
O modelo também ajuda a diversificar o público, atraindo desde consumidores iniciantes até apreciadores mais experientes, em um momento em que o whisky ganha novas formas de consumo e se aproxima de experiências mais sociais e menos formais.

