A ideia parte de um ponto direto. Se a Copa reúne o mundo, o copo também pode.

48 receitas para sair do óbvio

O centro da campanha está nas 48 caipiroskas, cada uma inspirada em um dos países participantes. A proposta é simples. Usar o drink mais conhecido do Brasil como base e explorar combinações que fogem do padrão.

Tem versão com perfil mais cítrico, outras mais doces e algumas com elementos inesperados, como pimenta. A intenção é tirar o consumo do automático e incentivar novas escolhas a cada jogo.

As receitas estarão disponíveis na plataforma The Bar e também em bares parceiros, onde serão preparadas ao longo do torneio.

Conteúdo que acompanha o jogo

A campanha também se desdobra em seis filmes e 48 jingles, criados a partir de referências culturais dos países participantes. As músicas serão distribuídas no Spotify e na própria plataforma da marca.

O objetivo é ampliar a experiência para além da bebida. O consumo vira parte de um conjunto maior, que envolve som, identidade e contexto cultural.

Presença nos jogos e fora deles

A Smirnoff também entra como patrocinadora da Arena Brasileira, evento que reúne torcida em São Paulo com transmissão dos jogos, shows e ativações.

No espaço, a marca terá presença ativa, com venda das caipiroskas inspiradas nos países e experiências voltadas ao público.

Além disso, a campanha se estende ao ponto de venda, com maior presença em supermercados e hortifrutis, conectando o produto aos ingredientes do drink.

Edição limitada e estratégia de marca

Para marcar o período, a Smirnoff lança uma garrafa em edição limitada com identidade visual inspirada na Copa. O líquido segue o mesmo, mas a embalagem entra como item de coleção.

Segundo a marca, a estratégia é clara. Acompanhar o consumidor do início ao fim do torneio, com presença em diferentes momentos, do preparo em casa à experiência nos eventos.

No fim, a campanha aposta em uma lógica simples. A Copa é coletiva. O consumo também pode ser.

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