Budweiser lança garrafas colecionáveis que celebram Copas do Mundo icônicas

A Budweiser decidiu olhar para o passado para aquecer o presente. A marca anunciou uma edição especial de garrafas de alumínio colecionáveis que homenageia algumas das Copas do Mundo mais marcantes das últimas décadas.

A iniciativa celebra os 40 anos de parceria da marca com o Mundial e chega ao Brasil em abril com uma proposta simples. Transformar memória em objeto. E, claro, em brinde.

Uma coleção que conversa com quem vive futebol

Ao todo, a coleção global conta com 11 designs. No Brasil, seis versões foram selecionadas, todas com forte conexão com momentos que ficaram na memória do torcedor.

Entre elas, estão referências como:

1986, no México, quando a “ola” virou símbolo das arquibancadas

1994, nos Estados Unidos, com recorde histórico de público

2002, no Japão e Coreia do Sul, marcado pelo pentacampeonato do Brasil

2006, na Alemanha, com a popularização das Fan Fests

2010, na África do Sul, com as vuvuzelas e trilha sonora marcante

2026, nos Estados Unidos, Canadá e México, já como aquecimento para a próxima edição

A ideia é clara. Cada garrafa vira um gatilho de memória para quem acompanhou esses momentos.

Quando comprar

A coleção chega ao Brasil em dois momentos.

A partir da semana de 13 de abril, será possível comprar o pack com seis garrafas pelo Mercado Livre, por R$ 54,99.

Em maio, as unidades também passam a ser vendidas separadamente pelo Zé Delivery, com distribuição em cidades como São Paulo, Curitiba, Salvador, Recife e Fortaleza. O valor sugerido é de R$ 7,99 por unidade, com modelos enviados de forma aleatória.

Um movimento que vai além do produto

A coleção faz parte de uma campanha global chamada “The Big Drop”, criada pela Africa Creative. O filme usa efeitos visuais para transformar as garrafas em protagonistas de uma jornada que atravessa diferentes cenários até chegar aos estádios.

A trilha escolhida reforça o tom emocional. “You’ll Never Walk Alone”, uma das músicas mais ligadas ao futebol, conduz a narrativa.

No fim, a proposta não é só vender uma embalagem diferente. É reforçar o papel da marca dentro de momentos coletivos, daqueles que todo mundo lembra onde estava.

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